Estudo realizado em 2025 aprofunda adesão dos consumidores Pessoa Física e a maturidade das empresas pertencentes ao ecossistema, enquanto discute formas e possibilidades para geração de valor real aos negócios

Realizada pela Capgemini em 2025, a 3ª edição do Índice de Maturidade do Open Finance no Brasil demonstra como o País se consolidou como líder global na agenda open, aprofunda os níveis de maturidade das empresas pertencentes ao ecossistema e discute possibilidades para que haja impacto direto na vida de clientes e na estratégias das empresas.

A pesquisa, que contou com mais de 1.200 entrevistados e foi realizada por meio de estudos quantitativos e qualitativos feitos com pessoas físicas e jurídicas, revela a evolução da maturidade desses dois públicos, conectando dados, percepções do consumidor e visão executiva para responder à pergunta central que o mercado se faz hoje: como transformar Open Finance em valor real, sustentável e percebido pelo cliente?

Mais do que medir maturidade, esta edição mostra onde estão os gargalos, as oportunidades e as decisões estratégicas que precisam ser tomadas agora.

Confira os principais achados desta 3ª edição com Jamile Leão, head de Business Consulting (prática de Open Finance) na Capgemini e uma das autoras da pesquisa.

Nesta edição você encontra:

  • Evolução da maturidade do consumidor brasileiro, que segue em crescimento e reforça o compromisso do País com a agenda Open;
  • Mapeamento dos diferentes perfis de consumidores, do mais maduro ao que ainda precisa de apoio para aderir; 
  • A voz do consumidor: o que funcionou, o que gerou fricção e quais são as expectativas para o futuro;
  • Copilotos financeiros e IA Agêntica como próximos catalisadores de valor e personalização;
  • Cibersegurança e consentimento como fatores críticos para a confiança e a escala do ecossistema;
  • Casos de uso para se inspirar.

“O Brasil já tem uma infraestrutura robusta, mas precisa evoluir na personalização de ofertas, uso de dados para crédito, investimentos e pagamentos inteligentes. O diferencial será a capacidade de criar produtos contextualizados, jornadas fluidas e integração com IA para hiperpersonalização. O ecossistema deve focar em eficiência operacional, redução de custos e criação de valor percebido pelo cliente, além de fomentar a interoperabilidade com outros setores (open data/smart data).”

Jamile Leão, Capgemini

Entre as pessoas jurídicas, a Capgemini conversou com 271 representantes de empresas que atuam no ecossistema Open, isto é, tem alguma iniciativa Open em sua empresa ou este tema é pauta na instituição. Além disso, o estudo de 2025 contou com a participação de um Comitê Executivo de peso, composto por profissionais das seguintes instituições: Capgemini, Banco Central do Brasil, Open Finance Brasil, Init, Abfintechs, Santander, Bradesco, Nubank, Mercado Pago, Somos OX, Iniciador, Vivo e Unicred.

Para quem é esse estudo?

  • Executivos e líderes de bancos, fintechs, seguradoras e varejo.
  • Profissionais de estratégia, inovação, dados, tecnologia e produtos.
  • Tomadores de decisão envolvidos com Open Finance, Open Data e IA.
  • Empresas que buscam monetizar dados com segurança, escala e foco no cliente.

Se sua organização está avaliando onde investir, como evoluir ou como capturar valor com Open Finance, este estudo é leitura essencial.

Estamos prontos para ajudar sua empresa a tracionar ações que transformem investimentos no Open Finance em resultados concretos. Entre em contato para agendar uma apresentação personalizada com nossos especialistas.

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