Desafio do cliente: Com os crescentes desafios de cibersegurança, a enorme escala de sua operação global e o desejo de modernizar sua infraestrutura, a Capgemini decidiu redefinir sua estratégia de segurança cibernética.

Solução: O modelo Zero Trust fornece o equilíbrio adequado entre proteção e produtividade, capacitando os colaboradores da Capgemini a continuar trabalhando de forma contínua enquanto protege o trabalho e as informações trocadas com clientes, parceiros e colegas.

Benefícios:

  • Resiliência cibernética reforçada em todas as camadas da organização
  • Trabalho seguro e contínuo
  • Alinhamento com padrões globais de cibersegurança e preparação para o futuro

Proteção projetada para o mundo de trabalho de hoje

A Capgemini é líder global e seus 420 mil profissionais estão cada vez mais espalhados pelo mundo, o que significa que precisam de acesso seguro aos seus dados em qualquer lugar, a qualquer momento, e tanto em dispositivos da Capgemini quanto em dispositivos fornecidos por clientes.

No entanto, com as ameaças cibernéticas aumentando em gravidade e frequência, além de rígidas exigências de conformidade, manter esse modelo de trabalho flexível em grande escala é complexo.

A resposta está no Zero Trust e seus três princípios centrais:

  1. Nunca confiar, sempre verificar: toda tentativa de conexão deve ser autenticada e autorizada.
  2. Assumir violação: operar sob a suposição de que uma violação já pode ter ocorrido, projetando sistemas para limitar impactos e detectar anomalias rapidamente.
  3. Privilégio mínimo: usuários e aplicações recebem apenas o mínimo acesso necessário para realizar suas funções.

A Capgemini aplica o que prega: fornecer segurança sem fronteiras por toda a empresa está no coração de sua estratégia Zero Trust. Isso é feito internamente e também beneficia os clientes que adotam a mesma abordagem.

O programa Zero Trust

Em resposta às crescentes necessidades de cibersegurança do Grupo, as equipes de TI e cibersegurança da Capgemini criaram e implementaram o programa Zero Trust para proporcionar melhorias críticas.

Isso começou com uma atualização da infraestrutura de TI existente para oferecer maior robustez e agilidade. Além disso, a segurança foi reforçada para proteger de forma ainda mais eficaz contra ameaças em evolução. Como parte desse processo, a Capgemini também simplificou sua arquitetura de rede.

Ao longo de todo o projeto, a equipe manteve foco constante em garantir uma melhor experiência para o usuário. Isso exigiu a gestão rigorosa do acesso de terceiros e o suporte a todos os dispositivos utilizados pelos colaboradores da empresa em todo o mundo.

O Zero Trust não se trata apenas de proteger sistemas de TI — ele transformou como a Capgemini opera, se conecta e protege informações. Isso foi possível por meio de:

  • Gestão consistente de identidade: verificação de identidade precisa e contínua
  • Acesso sem senha: melhor experiência do usuário e mitigação de roubo de credenciais
  • Visibilidade completa: monitoramento de todas as aplicações, cargas de trabalho e dispositivos, com visão abrangente do ecossistema de TI
  • Conectividade padronizada para clientes
  • Microsegmentação: isolamento e proteção das comunicações entre sistemas

O time também introduziu políticas de acesso baseadas em contexto, que analisam identidade e comportamento em tempo real para avaliar riscos de usuários e dispositivos, garantindo que cada dispositivo cumpra os altos padrões de segurança da Capgemini.

Parcerias e o futuro

As equipes de TI e cibersegurança trabalharam em estreita colaboração com os parceiros da Capgemini para implantar soluções de ponta, oferecendo acesso seguro a aplicações e à internet, ao mesmo tempo em que gerenciavam identidade e autenticação com avaliação avançada de risco. Isso também garante proteção de endpoint de última geração e simplifica a gestão de dispositivos para as equipes globalmente distribuídas da Capgemini. Além disso, a Capgemini agora oferece suporte total à microsegmentação.

Esse programa representa uma das transformações internas de cibersegurança e operações de TI mais ambiciosas e complexas da história da organização.

“Ao implementar com sucesso o Zero Trust nessa escala dentro da nossa própria organização, desenvolvemos uma expertise incomparável — permitindo-nos liderar e acelerar transformações semelhantes para nossos clientes com ainda mais confiança e experiência prática. Estamos colaborando ativamente com diversos clientes para acelerar suas jornadas rumo ao Zero Trust”, confirma Sudhir Reddy, CIO do Grupo Capgemini.

Esse projeto fortaleceu a resiliência cibernética em todas as camadas da organização enquanto possibilitou um trabalho seguro e contínuo para uma força de trabalho global e móvel. Além disso, ajudou a Capgemini a adotar uma postura de cibersegurança preparada para o futuro e alinhada aos padrões globais.

Com o Zero Trust agora incorporado à sua infraestrutura e cultura centrais, a Capgemini está mais bem preparada para enfrentar os desafios de cibersegurança de hoje e os que surgirão no futuro. Os aprendizados, estruturas e arquiteturas desenvolvidos por meio dessa iniciativa continuarão a orientar e aprimorar futuros projetos e implementações.

“Um firewall com um buraco não é mais uma defesa, é um convite. Na Capgemini, nossa adoção da Arquitetura Zero Trust transformou a forma como protegemos nosso ambiente digital. Ao eliminar a confiança implícita e verificar cada acesso, não apenas fortalecemos nossa postura de cibersegurança, mas também aprimoramos a experiência do usuário, a agilidade operacional e a escalabilidade. É assim que lideramos em um mundo onde a resiliência não é negociável.”

Sudhir Reddy, CIO do Grupo Capgemini

“A confiança deixou de ser padrão — tornou-se uma decisão. A arquitetura Zero Trust torna essa decisão inteligente, dinâmica e segura em um mundo sem fronteiras, onde a confiança digital é um habilitador essencial dos negócios. Na Capgemini, garantimos acesso seguro em ambientes híbridos sem comprometer a agilidade, enquanto minimizamos superfícies de ataque e riscos de movimentação lateral. No cenário atual de ameaças, sob pressão regulatória constante, o Zero Trust não é apenas nossa estratégia — é a espinha dorsal de nossa resiliência cibernética.”

Marjorie Bordes, CISO do Grupo Capgemini